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A cadeia
de comercialização da carne sofreu importantes transformações
nos últimos anos. As novas exigências dos mercados e a alta
competitividade de outros países produtores exigiram desenvolvimento
de novas ferramentas para a busca de vantagens na venda dos nossos produtos.
O desenvolvimento de inovações comerciais, novas tecnologias
e melhor sistema organizacional nos permite gerar esforços em benefício
de toda a cadeia produtiva.
O Instituto Rosenbusch propõe um giro de 180 graus na forma tradicional
de comercialização das nossas carnes, convidando todos os
produtores para este novo empreendimento rural. Trata-se de um projeto
integrado por argentinos com visão de futuro que permite ganhos
a todos de acordo com a participação no negócio,
gerando benefícios com a integração. Estamos convidando
o produtor para conhecer os detalhes do nosso "Sistema de Carnes
Rastreadas - Pampa Mía".
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O
objetivo do Sistema de Carnes Rastreadas - Pampa Mía é coordenar
a cadeia comercial da carne com enfoque moderno das teorias do agronegócio,
transformando o produto em uma especialidade e buscando atingir mercados
mais exigentes e que valorizam mais produtos de qualidade diferenciada.
A produção de uma especialidade tem como questões
fundamentais: a criação de uma marca própria "Pampa
Mía" e a integração de toda a cadeia produtiva,
uma vez que as Carnes Rastreadas - Pampa Mía são frutos
do trabalho conjunto de produtores, veterinários e indústria,
o que torna o trabalho diferenciado em comparação aos produtos
do mercado tradicional. A ferramenta que possibilita a integração
desde o produtor até o consumidor final é a rastreabilidade
individual, pois permite a consulta de todos os atributos da carne (origem,
alimentação, sanidade, etc) em tempo real na Base de Dados
www.control-ar.com de qualquer ponto com conexão a internet.
Esta integração com o produtor é aprofundada com
a articulação de um Plano Sanitário Integral, implantação
de Boas Práticas de Manejo (BPM) e a certificação
dos atributos de todas as etapas da cadeia por parte de uma certificadora
especializada.
Benefícios:
ASSESSORAMENTO PROFISSIONAL PERMANENTE
AUMENTO DA PRODUÇÃO
MELHORIA NA ORGANIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO
PLANO SANITÁRIO INTEGRAL COM PRODUTOS DE ALTA QUALIDADE
E APLICAÇÃO PROFISSIONAL
SEM GASTOS ADMINISTRATIVOS
SEM GASTOS DE COMERCIALIZAÇÃO
FINANCIAMENTO EM KG DE NOVILHO PARA OS CUSTOS DO SISTEMA
UMA ÚNICA FATURA AO PRODUTOR DO INSTITUTO ROSENBUSCH S.A
SEGURANÇA - TRANSPARÊNCIA
CERTIFICAÇÃO POR TERCEIRA PARTE
Os
custos do sistema são fixados em quilos de novilho em pé,
segundo Índice de Novilhos do Mercado Liniers (INML), para cada
categoria animal e tipo de produção e são financiados
até o fim do ciclo de terminação.
O preço
estipulado incluí:
IDENTIFICAÇÃO (Microchip e brincos de identificação)
PLANO SANITÁRIO INTEGRAL (profissionais e produtos)
ADMINISTRAÇÃO DA BASE DE DADOS
CERTIFICAÇÃO POR 3º PARTE
GASTOS ADMINISTRATIVOS
GASTOS DE COMERCIALIZAÇÃO
FINANCIAMENTO EM KG (INML)
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| Rastreabilidade
individual |
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A rastreabilidade é o registro dos acontecimentos requeridos desde
que o animal ingressa ao sistema até o abate da carne deste animal
que chega ao consumidor de forma eficiente e auditável. É
importante diferenciar rastreabilidade de identificação
individual. A segunda é somente o regitro de uma numeração
ou código a cada animal, mas não implica em acesso aos dados
coletados durante a vida produtiva do animal. Somente a identificação
individual e a formação do histórico do animal permitem
levar adiante a rastreabilidade.
O sistema de Carnes Rastreadas - Pampa Mía utiliza identificação
eletrônica dos animais e uma identificação específica
requerida pelo Senasa, permitindo assim otimizar o manejo a campo com
leituras mais rápidas e seguras e a atualização da
base de dados a cada manejo dos animais (a campo ou na mangueira).
O sistema de identificação eletrônica é oferecido
pelo Instituto Rosenbusch de forma gratuíta ao produtor. O sistema
de identificação eletrônica dispõe dos seguintes
materiais:
Transponder ID100 ou microchip
Leitor (LID 500 ou LIRF 21 com ou sem código de barras)
Agulha descartável
Aplicador
O transponder
é um dispositivo que se implanta no animal e tem 3 partes: um microchip,
uma antena e uma cápsula de cristal que recobre o microchip. O
transponder é um elemento passivo, significando dizer que não
possuí energia própria e não emite radiação
de forma alguma. É inócuo, já que é um cristal
que recobre o microchip. O transponder não contém metal
pesado ou elemento contaminante. As medidas do transponder são
de 11,5 x 2,1 mm.
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O
transponder é aplicado abaixo da cartilagem cutiforme da orelha
esquerda no caso dos bovinos e dado a seu pequeno tamanho, permanecem
neste ponto de aplicação, sem migrações.
O código do transponder é formado por 10 dígitos
alfanuméricos, é hexadecimal e de 64 bits. O código
poderia ser: 0001DDE94A. A quantidade de códigos que se pode
formar somam mais de 549 bilhões de possibilidades. O código
do transponder é lido mediante um leitor eletrônico.
Se um transponder capta a onda de rádio, o mesmo sofre uma
excitação e devolve seu código através
de sua antena para ser registrado pelo leitor.
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O
transponder se implanta facilmente mediante utilização
de um aplicador cuja agulha direciona o microchip sem ser injetada.
Esta agulha possuí um triplo bisel: o primeiro incide, o segundo
evulsiona e o terceiro divulsiona os tecidos sem arrastar material
externo para o interior, diferente de uma agulha comum. O aplicador
ao ser acionado retraí a agulha que possuí internamente
um embolo de plástico que se mantém fixo permitindo
desta maneira a deposição do transponder no lugar da
implantação.
O Leitor LID 500 uma vez que é ativado, emite uma onda unidirecional
de radio em 128 khz. Esta onda de rádio que ultrapassa todo
tipo de material (exceto o aço), tem alcance de 7 a 15 cm.
Permite registrar 3.160 códigos diferentes.
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